Se o site a a coluna do Jornal DN seguissem a tradição de ‘dar a César o que é de César’, apontaria como ‘pai’ da proposta de Desenvolvimento Regional, primeiro César, o Smieleviski, (foto), ex-presidente da Acic, que com sua característica visionária tentou dar andamento em projeto já em seu primeiro mandato.
Depois, apontaria o Fórum de Criciúma, que desde o ano passado trabalha com afinco para consolidar um Plano de Desenvolvimento, que adotou como bandeira, não somente para Criciúma mas para toda a região Sul, afinal, aí está a diferença entro as regiões Sul e Norte.
Por aqui, não se costuma levar adiante projetos que são planejados para acontecer a longo prazo. Quando eles surgem, incendeiam setores interessados e aos poucos, vão se dissipando sem que sejam concretizados.
Mas, voltando a ‘César’, analisemos que como no cenário eleitoral o político não pode ‘negar apoio’, os autores da proposta que há tempos estão trabalhando para que ela de fato se torne realidade, não poderiam deixar de receber sugestões também de outros setores como a própria Unesc, que está entre as maiores universidades do Estado e muito teria a contribuir, principalmente com o levantamento de dados necessários ao planejamento.
No início de julho, Fernando Zancan, presidente do Fórum das Entidades de Criciúma, Forcri, formado pela Acic, CDL; Rotary Clube; Lions Clube e Sociedade Maçônica Regional Sul, enviou para análise da coluna, texto sobre a necessidade de entidades organizadas da sociedade tomarem a dianteira no processo de reverter números preocupantes e que colocam a economia do Sul ‘não compatível’ com outras regiões do Estado.



