Na justiça: Sem acordo, Afasc busca liminar para evitar greve - Karina Manarin

Na justiça: Sem acordo, Afasc busca liminar para evitar greve

Não houve acordo na nova reunião de negociação nesta quarta-feira (6), entre representantes da Afasc, Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma e do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino do Sul da Região Sul de Santa Catarina (Sinteresc).

Com isso, os professores  mantêm a decisão de greve a ser iniciada na sexta-feira e a AFasc vai tentar impedir a paralisação através da justiça.

“ A reivindicação pelo pagamento do piso foi mantida. Os   professores estão determinados ao piso. Agora é esperar um posicionamento da justiça que seja favorável aos professores. Nossa esperança é essa”, resumiu José Argente Filho,  presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino do Sul da Região Sul de Santa Catarina (Sinteresc).

Em Nota oficial, a Afasc considera a demanda “inviável” considerando o impacto financeiro e antecipa que deve procurar junto a órgãos competentes caminhos para solucionar o impasse e evitar a greve.

A Afasc , atende cerca de 6 mil crianças de três meses a cinco anos e oito meses em Criciúma. São 850 professores ao todo.

A reivindicação é pelo piso nacional do magistério. Há contestações quanto ao fato de a Afasc ser considerada particular enquanto o piso é destinado a professores concursados da rede pública.

Na negociação foram oferecidos 3,3% de aumento, conforme a inflação do período. Posteriormente, foram acrescentados mais 2%. O percentual não foi aceito.

Veja a nota oficial da Afasc

A Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc),participou nesta quarta-feira ,06, da reunião de negociação com representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino do Sul da Região Sul de Santa Catarina (Sinteresc), reafirmando sua disposição permanente ao diálogo e ao respeito aos profissionais que fazem parte da instituição . No entanto, a demanda representada pelo Sindicato mostra-se inviável considerando o impacto financeiro à Associação.

A Afasc permanece aberta ao diálogo e seguirá buscando junto aos órgãos competentes, caminhos para solucionar os impactos da melhor forma, garantindo que as famílias não fiquem sem atendimento nas creches e preservando a continuidade dos serviços prestados à comunidade criciumense.

Criciúma, 06 de maio de 2026

A Direção

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