Na agenda que cumpre em Criciúma nesta sexta-feira (8), o senador Esperidião Amin (PP), reafirmou sua pré-candidatura à reeleição em chapa encabeçada pelo pré-candidato ao governo pelo PSD, João Rodrigues. Na entrevista que concedeu ao blog, Amin falou inclusive da questão nacional .
Questionado sobre como fica o cenário em Santa Catarina, já que João Rodrigues é do PSD, que tem Ronaldo Caiado como pré-candidato à presidência, o senador Amin enfatizou que em Santa Catarina estará com João Rodrigues mas no cenário nacional estará com Flávio Bolsonaro:
“ Nós vamos formar uma coligação. O meu partido hoje é uma entidade chamada Federação ou seja nós temos um casamento por quatro anos. O caminho da Federação aí eu falo em meu nome falo também em nome do do Fábio Schiochet, é o apoio ao Flávio Bolsonaro”.
Amin também avaliou que o governador Jorginho Mello, pré-candidato à reeleição pelo PL, “antecipou muito o cronograma da eleição”e afirmou quem em janeiro a chapa já estava escolhida.
“Isso criou uma oportunidade .Pela primeira vez você vê o o MDB PP, o PSD e o União Brasil juntos. Diziam que nós íamos ficar isolados. Então isso é um fato político e eu resumo no seguinte, o beneficiado por isso é o eleitor que neste campo da centro-direita, como o jornalismo chama, vai ter duas opções”.
Amin também avaliou que diante do atual cenário, a eleição em Santa Catarina pode ser levada ao segundo turno.
“ Eu acho que tem tudo pra ter segundo turno. Não não existe isolamento do João Rodrigues. Ele não tem um tempo um tempo nanico de televisão. Ele vai poder se comunicar. Não era isso que o governador queria? Eu acho que foi isso que ele quis. Quando ele antecipou fez uma chapa pura como se chama. Os outros partidos ele vai tirar pedaços. Pode ser. Mas o CNPJ não vai ser mesquinhado”, resumiu.
Ao ser questionado sobre lideranças do PP que já manifestaram apoio à reeleição de Jorginho Mello, o senador Esperidião Amin lembra que a mesma situação já aconteceu em 2022 e cita o deputado Pepê Colaço. A época, Amin concorreu ao governo do estado e Colaço apoiava a reeleição de Carlos Moisés. Amin antecipou que não pretende briga com companheiros de partido e que vai defender as ideias que sempre defendeu durante sua trajetória política.



