A defesa da servidora concursada da prefeitura de Criciúma, Kátia Smieleviski, vai recorrer da recomendação do Ministério Público que proibiu a nomeação dela para cargo comissionado no Executivo Municipal nesta semana.
Ela seria designada pelo prefeito Vagner Espíndola, o Vaguinho, para a coordenação de grandes obras mas a nomeação foi barrada quando o Promotor Marcus Vinicius de Faria Ribeiro recomendou que o ato não ocorresse porque ela é alvo de recurso do MP quanto a sua absolvição em um processo criminal.
“ Ela foi absolvida no processo e a meu ver está apta a ser nomeada em cargo de comissão. As cautelares que a impediram foram revogadas. Não há pendências”, argumenta o advogado Ivo Carminati, responsável pela defesa da servidora.
Kátia Smieleviski foi absolvida de processo que respondia em razão da Operação Blackout, deflagrada pelo Gaeco em 2020. Na ocasião, ela foi afastada do cargo comissionado de Secretária de Infraestrutura, chegou a ser nomeada como Secretária-geral da prefeitura em 2021, mas foi novamente afastada em razão de pedido do Ministério Público.


