A justiça absolveu a ex-secretária municipal de Infraestrutura de Criciúma, Kátia Smieleviski, em ação penal, da acusação de Organização Criminosa e fraudes em licitação. O processo, resultante da Operação Blackout, deflagrada em 2020.
A apuração foi conduzida pela 11ª Promotoria de Justiça de Criciúma com apoio do Gaeco. A época, o Ministério público denunciou “esquema estruturado para o direcionamento de processos licitatórios”. O MP acusou Kátia de fazer parte do grupo e pediu o afastamento dela da função pública no início das investigações.
O pedido foi acatado pela justiça.
O Ministério Público denunciou na Ação Criminal Cristiano Benedet Demo, Kátia Smielevisk, Rafael dos Santos de Faveri, Rafael Souza, Acácio Flor, Darcioni Gomes, Carlos Augusto Olivo Júlio Cesar de Luca, Carlos Golombiescki, Neli Dos Santos, João Carlos Zilli, Luiz Selva e Akilson Mota Barbosa.
Desses, Akilson Barbosa, Carlos Golombieviski e Rafael de Fáveri foram condenados ao pagamento de Multa. Os demais foram todos absolvidos em julgamento na Vara de Organizações Criminosas em Florianópolis nesta terça-feira (12).
“Eu já protocolei Embargos Declaratórios para que Kátia Smieleviski retorne as suas funções na prefeitura “, explicou o advogado Ivo Carminati, que trabalhou na defesa da ex-secretária de Infraestrutura de Criciúma e que é também funcionária pública efetiva.



