O PSL, partido do Governador Carlos Moisés, está sem pré-candidato a prefeito em Criciúma. O vereador Júlio Kaminksi, que havia migrado do PSDB para o PSL para concorrer a prefeitura nas eleições deste ano anunciou confirmou há pouco em entrevista coletiva a informação antecipada pelo site nesta manhã: que não tem mais condições de ser pré-candidato e que nos próximos dias vai se desfiliar da sigla. “ Eu errei, fui para o lugar errado”, avaliou.
A gota d´água para a decisão, informou o vereador foi a destituição dele da Executiva do partido na última semana, descumprindo acordo feito por ocasião da filiação. “ Me tiraram da Execuitva do partido. Eu nunca vi nada parecido. Como um pré-candidato a prefeito não participa da Executiva? Então ele mesmo como pré-candidato vai ficar na ante sala esperando uma reunião da Executiva onde decisões serão tomadas?”, questionou.
Na coletiva, Kaminski narrou fatos em ordem cronológica e citou reunião há cerca de uma semana e meia, onde ele teria sido questionado sobre algumas condutas. “ Questionaram minha presença na CPI como relator e eu nem sou relator, sou secretário. Também disseram que eu estava conversando muito com outros partidos e questionaram também a possibilidade de o DEM estar na majoritária”, narrou. O vereador também enfatizou que não foi somente ele o destituído da executiva mas o ex-vereador Adão da Silva.
Adão sentou ao lado de Kaminski na mesa e narrou fatos relativos a sua saída do comando do PSL . O filho de Kaminski, Maurício, também estava na mesa.
Além deles, a coletiva contou com pré-candidatos a vereador pelo DEM e com o vice-presidente do partido em Criciúma, Alexandre Costa, indicando que o caminho de Júlio Kaminski deve de fato ser o DEM. O partido tem Lisiane Tuon como pré-candidata a prefeita de Criciúma.

