O prefeito de Forquilhinha, José Cláudio Gonçalves, o Neguinho (PSD), concluiu as conversas com a empresa Azul Linhas Aéreas e alinhavou o início das Operações do voo comercial no aeroporto Diomício Freitas. A questão no entanto, esbarrou na redução momentânea de voos da Azul em razão do preço do querosene de aviação.
O combustível de aviação chegou a representar cerca de 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. A guerra no Irã e os bloqueios no Estreito de Ormuz elevaram significativamente o preço do petróleo.
“O querosene está com um preço insustentável e por ora não vão abrir novos voos. Eu estou aguardando que essa situação possa ser controlada para então ir a São Paulo e marcar a data do início do voo. Mas isso não depende de nós. Pode ser daqui uma semana ou um, dois ou três meses”, informou o prefeito ao ser questionado pelo blog sobre o assunto.
A rota alinhavada seria um voo diário, com 72 lugares, entre Forquilhinha e Campinas. O horário ainda não está definido.
O aeroporto Diomício Freitas está estruturado para receber esse tipo de aeronave mas enquanto o voo não se concretiza, a boa notícia antecipada pelo prefeito é que a base do Saer no Diomício Freitas deve ser inaugurada em agosto. O único aeroporto de Santa Catarina que possui um Saer em operação é o de Chapecó. “O Saer tem médico 18 horas e segurança 24 horas. Essa estrutura também traz mais segurança para o aeroporto”, explicou.
Cedido para a prefeitura, o aeroporto de Forquilhinha por ora, tem operações com aviões particulares. Há seis hangares alugados para empresários e que abrigam as aeronaves .


