O primeiro dia de trabalho da CPI dos Respiradores na Assembleia Legislativa teve depoimento de cinco pessoas e levou mais de seis horas. Já há no entanto nos bastidores da Casa teses de que caso o rumo dos trabalhos não seja corrigido, o resultado da CPI pode não ser o esperado.
O principal ponto no cenário é que já existe uma força tarefa do Ministério Público, Policia Civil, Deic e Gaeco investigando o mesmo assunto. Tanto que pessoas ouvidas ontem na Comissão já estiveram na DEIC.
Sendo assim, talvez o pedido por parte da Comissão, desses depoimentos já prestados poderia poupar perguntas já realizadas e facilitar as que ainda não foram feitas.
A Comissão pode, se não direcionar estratégias para caminhar lado a lado com as investigações já existentes, acabar “chovendo no molhado” e servir apenas de vitrine para os que pretendem mostrar que estão a serviço.
Ontem foram ouvidos o chefe da Defesa Civil do Estado, coronel BM João Batista Cordeiro Junior; o ex-secretário-adjunto da Casa Civil Mateus Hoffmann; o advogado Leandro Adriano de Souza; a diretora de Gestão de Licitações e Contratos da Secretaria de Estado da Administração, Karen Sabrina Bayestorff Duarte; e a advogada Mariana Rabello Petry.

