Em uma entrevista coletiva improvisada, em meio ao barulho da Praça Nereu Ramos em Criciúma, num sábado pela manhã, o candidato à presidência, Geraldo Alckmin, do PSDB, expôs algumas de suas ideias caso seja eleito no dia 7 de outubro.
Garantiu prioridade às Reformas Política, Tributária, Previdenciária e de Estado, com prazo estabelecido: os primeiros seis meses de Governo. Ponto positivo.Só falta saber como fazer…
Na primeira agenda após o ataque ao presidenciável Jair Bolsonaro, do PSL, Alckmin que apresentou em seus programas eleitorais ‘farpas’ a Bolsonaro, tratou de amenizar o tom, desejou pronta recuperação, mas não aprofundou muito o assunto.
Preferiu focar em seus planos para recurpração da economia. Chamou atenção neste ponto, a referência que o candidato fez à ‘crise fiscal‘.
‘ Se o Brasil não voltar a crescer e crescer forte, você tem uma crise fiscal. Vai faltar dinheiro para segurança, para saúde’. Faz pensar que planos para as mudanças profundas de que o país precisa, a iniciar pelo sistema dominante com casos denunciados e alguns comprovados de corrupção, ainda não são suficientes.
Talvez não faltem recursos para saúde, educação e segurança, mas gestão do dinheiro público e extinção de privilégios.



