VÍDEOS: Missão Senado; Quase me assassinaram em SC; Não vou esmorecer; Revisão do Pacto Federativo; O que disse Carlos Bolsonaro em Criciúma - Karina Manarin

VÍDEOS: Missão Senado; Quase me assassinaram em SC; Não vou esmorecer; Revisão do Pacto Federativo; O que disse Carlos Bolsonaro em Criciúma

O ex-vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, continua firme no propósito de ser candidato ao senado por Santa Catarina e percorre o estado em busca de consolidar o qua chama de “missão”.

Foi o que ele confirmou durante agenda em Criciúma nesta quarta-feira (14). Carlos participou de almoço na casa do ex-presidente da Fundação Cultural de Criciúma, Júlio Lopes, pai do deputado Jessé Lopes, pré-candidato à reeleição pelo PL, a convite do deputado.

Carlos Bolsonaro participou de almoço na casa de Júlio Lopes, pai do deputado Jessé Lopes

O ambiente foi decorado com o símbolo da Coalizão Conservadora de Santa Catarina e cartazes de apoio ao governador Jorginho Mello, ao deputado Jessé Lopes e ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O evento reuniu cerca de cem pessoas.

Na ocasião, Carlos Bolsonaro, enfatizou que sua renúncia ao mandato de vereador no Rio de Janeiro é uma das provas de sua intenção de “ colaborar com Santa Catarina” através de sua pré-candidatura.  O ex-vereador também afirmou que Adélio Bispo, autor da facada que quase matou Jair Bolsonaro, o teria procurado em um Clube de tiro em Santa Catarina para assassiná-lo.

Ao citar possíveis bandeiras que pretende assumir em eventual campanha, Carlos Bolsonaro citou a revisão do Pacto Federativo, lembrando a arrecadação do Estado de Santa Catarina e o percentual que recebe de volta do Governo Federal. Outro ponto abordado por ele foi o Imposto de Renda Familiar.

Carlos Bolsonaro falou ainda da situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso em uma sala nas instalações da Polícia Federal em Brasília. Disse que se trata de um momento delicado e que ele se divide entre Santa Catarina, onde já percorreu de 2 a 3 mil quilômetros, e as visitas a Jair Bolsonaro.

O pré-candidato ao senado por Santa Catarina também afirmou que a pré-candidatura de seu irmão, Flávio Bolsonaro à presidência da República é irreversível, citou a carta que Jair Bolsonaro escreveu com a indicação de Flávio e enfatizou que “qualquer tipo de ideia contrária é de alguém querendo diminuir o poder de Jair Bolsonaro”.

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