Secretário da Fazenda expõe perspectivas econômicas para o Sul na ACIC - Karina Manarin

Secretário da Fazenda expõe perspectivas econômicas para o Sul na ACIC

 

As perspectivas econômicas para Santa Catarina e para o Sul catarinense no pós-pandemia foram anunciadas pelo secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, durante reunião de diretoria da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), na noite de ontem.

Na oportunidade, ele demonstrou a evolução financeira do Estado desde 2020, destacou as obras que são realizadas e os investimentos previstos. O secretário Paulo Eli ressaltou que o Governo do Estado trabalha para que Santa Catarina seja referência em sustentabilidade, inovação, empreendedorismo, segurança, com infraestrutura e equidade social. E esse trabalho inclui também a região Sul.

Para o presidente da ACIC, Moacir Dagostin, Santa Catarina está crescendo, se estruturando, tem números muito positivos na economia. “Nós sabemos que o Estado está fazendo investimentos em infraestrutura para atrair novas empresas. Nós também levamos ao secretário o questionamento do que pode vir para o Sul do Estado e discutimos assuntos como fornecimento de energia elétrica, gás natural, para que novos negócios sejam alocados na região”, expõe Dagostin.

Entraram na pauta também assuntos como a extensão da Via Rápida até Balneário Rincão, bandeira defendida pelas associações empresariais da região. “Conversamos também sobre o Porto Seco, para o qual foi dado sinal verde pelo Governo do Estado para o apoio na realização das obras necessárias à conclusão do projeto”, disse o presidente da ACIC, Moacir Dagostin.

O secretário Paulo Eli ressaltou que o Governo do Estado trabalha para que Santa Catarina seja referência em sustentabilidade, inovação, empreendedorismo, segurança, com infraestrutura e equidade social. E esse trabalho inclui também a região Sul. “Nós temos na região empresas que estão investindo bastante, gerando empregos. A questão do carvão preocupa, assim como a distribuição da energia e do gás, mas são demandas estruturais, que estamos resolvendo. O Porto de Imbituba está trabalhando basicamente com granéis e precisamos estimular a operação de contêineres, que trará um novo elo de desenvolvimento”, avalia.

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