O deputado estadual Sargento Lima (PL) lidera a caminhada “Acorda Santa Catarina. Acorda Brasil”, que integra a mobilização nacional iniciada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). O grupo catarinense recebeu nesta segunda-feira (2 de fevereiro), as bandeiras dos gaúchos e entregará aos paranaenses.
A divisa dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul foi o local onde o grupo gaúcho fez a passagem das bandeiras para os catarinenses. O deputado estadual Capitão Martim entregou as bandeiras do Brasil e do RS para o seu colega Sargento Lima.
Os catarinenses passarão estes pavilhões e mais a bandeira de SC aos paranaenses e, assim, a marcha simbólica irá até Brasília.

Deputado catarinense Sargento Lima recebeu a bandeira do deputado gaúcho Capitão Martim
A passagem ocorreu no acostamento da BR-101, no final da tarde desta segunda-feira (2 de fevereiro), no limite dos municípios de Torres (RS) e Passo de Torres (SC). Os gaúchos haviam começado a caminhada em Porto Alegre.
O movimento “Acorda Brasil” foi iniciado na cidade mineira de Paracatu, indo até o Distrito Federal, liderado pelo deputado federal Nikolas Ferreira.
Conforme o deputado Sargento Lima, o “Acorda Brasil” é uma forma de tirar os brasileiros “de um estado letárgico. Não se pode achar normal termos presos políticos, saques criminosos do dinheiro de pensionistas do INSS e escândalos como o do Banco Master”.
A marcha de Santa Catarina ao Paraná sofreu alteração no roteiro devido ao grande fluxo de veículos da BR-101 durante a temporada de verão. A ideia inicial era partir da Ponte Hercílio Luz, na Capital. Seria um risco andar pelo acostamento especialmente nas regiões da Grande Florianópolis, Balneário Camboriú e Itajaí.
O novo roteiro partirá da Praça da Bandeira, em Joinville, no sábado, às 8h. O grupo irá até a Vila da Glória, à beira da Baía da Babitonga. No domingo seguirá ir direção a Itapoá e a passagem das bandeiras será no balneário Coroados, em Guaratuba (PR), evitando a BR-101.
Como pautas nacionais, o “Acorda Brasil” protesta contra a desproporção das penas aplicadas aos presos de 8 de janeiro e a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, pede liberdade de manifestação e contesta a política do Governo Lula, especialmente a econômica.
Além disso, o grupo catarinense quer chamar a atenção para a desproporção dos recursos de impostos que são enviados para a União e o baixo retorno ao Estado, e pede obras urgentes nas BRs 101, 280 e 470.

