O Procurador-Geral de Justiça Fernando da Silva Comin e integrantes do GAECO de Santa Catarina foram ao Ministério Público de São Paulo conhecer a unidade especializada em investigações de crimes cibernéticos, o Cyber GAECO. Implantar no MPSC esse modelo de força-tarefa especializada em crimes praticados por meio da internet, deepweb e outros meios digitais já estava planejado como ação estratégica da administração, mas o violento e covarde ataque à creche de Saudades, que culminou na morte de duas educadoras e três crianças, além de outras 14 vítimas de tentativa de homicídio, acelerou a iniciativa, segundo Comin.
O Procurador-Geral de Justiça catarinense alinhavou, nesta sexta-feira com o PGJ paulista, Mário Luiz Sarrubbo, uma parceria para estruturar no MP catarinense um modelo semelhante de apuração de crimes praticados no mundo virtual. “Infelizmente esses crimes que ocorrem em ambientes como a dark web têm sido um fenômeno cada vez mais constante e presente no nosso cotidiano. Por isso, fomos ao Ministério Público de São Paulo conhecer o modelo bem-sucedido do Cyber GAECO e vamos celebrar um convênio para replicar essa estrutura em Santa Catarina”, ressaltou Comin.
O Cyber GAECO é uma unidade criada em outubro de 2018 no Ministério Público de São Paulo. Formado por um grupo para enfrentamento a crimes cibernéticos, a estrutura é vinculada ao Centro de Apoio Operacional Criminal e da Segurança Pública (CCR) paulista.
(Com foto/MPSC)

