Os representantes do Hospital São José, Governo do Estado e prefeitura de Criciúma parecem estar na Torre de Babel. Se por um lado o hospital afirma que há saldo devedor de R$ 25 milhões, por outro o Governo do Estado admite R$ 7 milhões e a prefeitura R$ 1,5 milhão, cada um continua falando uma língua com entendimento difícil sem fechar a conta.

