A possibilidade de ingresso de Ação para que haja um “lockdown” em Santa Catarina está sob análise do Ministério Público mas a principal exigência é que o Estado tenha um planejamento de incentivo aos micro e pequenos empresários, caso tenham que fechar as portas.
“O lockdown em Santa Catarina seria o fechamento de atividades não essenciais. Então, os maiores prejudicados são micro e pequenos empresários”, avaliou o Procurador-Geral de Justiça, Fernando da Silva Comin, em entrevista há pouco ao site.
Ele adiantou que avaliações pelo gabinete de gestão de crise , acontecem todos os dias sobre indicadores e que ainda não há qualquer sinal que o resultado esperado possa ser alcançado. “ O Estado precisa tomar providências. Como está, não pode ficar. Eu não vou ficar inerte assistindo indicadores sem cobrar do Estado medidas. São 400 pessoas esperando UTI no Estado”, antecipou.
O Ministério Público vai aguardar a reunião do Governador Moisés com representantes de municípios do Estado para tomar a decisão sobre entrar ou não com ação por medidas mais restritivas. O encontro está marcado para às 10h30min de amanhã em Florianópolis.

