ACIVA encampa luta pela conclusão de novo prédio da UFSC em Araranguá - Karina Manarin

ACIVA encampa luta pela conclusão de novo prédio da UFSC em Araranguá

A Associação Empresarial de Araranguá e Extremo Sul Catarinense (ACIVA) assumiu protagonismo na mobilização pela retomada e conclusão das obras do novo prédio da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Araranguá.

A estrutura de mais de seis mil metros, que deveria ter sido finalizada há mais de cinco anos, está paralisada desde 2023 por conta de entraves judiciais e da falta de recursos financeiros.

Na última terça-feira (23), uma comitiva da ACIVA, liderada pelo presidente Guilherme May, visitou o local das obras. A inspeção contou também com a presença da diretora do campus da UFSC em Araranguá, Melissa Negro Dellacqua.

Comitiva da Aciva visitou o prédio da UFSC

A visita teve como objetivo avaliar o estágio atual da construção e articular por soluções concretas para o impasse que há anos prejudica a comunidade acadêmica e o desenvolvimento regional.

Segundo estimativas, a conclusão total da obra — incluindo infraestrutura, equipamentos e mobiliário — deve ultrapassar os R$ 20 milhões. Para a ACIVA, o investimento é estratégico e representa um passo essencial para impulsionar a educação superior, a inovação e a geração de oportunidades na região do Extremo Sul de Santa Catarina.

“A UFSC é uma instituição de excelência e sua presença em Araranguá precisa ser consolidada com infraestrutura adequada. Não podemos aceitar que uma obra tão importante fique esquecida. Estamos nos mobilizando junto ao poder público e à sociedade civil para buscar os recursos e destravar essa obra”, afirmou o presidente da ACIVA, Guilherme May.

A entidade deve intensificar suas ações nas próximas semanas, articulando apoio político e institucional para garantir a retomada das obras. “A parceria com a ACIVA é fundamental neste momento. Precisamos unir forças para que esse prédio, que é tão simbólico para todos nós, possa enfim ser concluído e entregue à comunidade. Tenho um carinho muito especial por essa obra, pois fui a primeira professora do curso de Medicina, e acompanhei de perto cada etapa do crescimento do campus. Ver esse espaço parado é doloroso”, destacou a diretora do campus da UFSC, Melissa Negro Dellacqua.

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