O projeto rejeitado na
Câmara versava sobre reajuste para fiscais do município. Representantes do
Sindicato alertaram que não havia diálogo estabelecido sobre a proposta, que
acabou rejeitada por 11 votos e cinco.
O 12 voto, necessário à aprovação, seria
o do líder do governo, Pastor Jair Alexandre, do PSC, que não compareceu à
sessão. A justificativa para a ausência foi compromisso partidário assumido
anteriormente.
Virou o principal comentário politico nos bastidores do
Legislativo.

