Em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (28), em Forquilhinha, no Sul do estado, o governador Jorginho Mello reafirmou que é irreversível a pré-candidatura de Adriano Silva como pré-candidato a vice na chapa encabeçada por ele para concorrer à reeleição neste ano.
Mais que isso, ao ser questionado sobre as vagas para o senado, Jorginho afirmou que “é bem provável”, que os candidatos sejam Carol de Toni e Carlos Bolsonaro, ambos do PL. Com isso, descarta por ora, a possibilidade de composição com Amin.
Há de se lembrar no entanto, que está em curso o julgamento do senador Jorge Seif, que pode ser cassado pelo TSE ocasionando a eleição de mais um senador em 2026, o que pode modificar novamente o cenário.
O julgamento do pedido de cassação de Jorge Seif foi agendado para a próxima quinta-feira, dia 5 de fevereiro no TSE. A informação foi confirmada pelo jornalista Anderson Silva na tarde desta quarta-feira.
Ao falar do MDB e da reunião que definiu pelo desembarque , o governador deixou escapar nuance interessante.
Ele disse que na conversa que teve com Carlos Chiodini, Secretário de Agricultura e presidente estadual do MDB que anunciou sua saída do governo, recebeu um pedido de Chiodini: que deixe em seu lugar o atual adjunto.
Veja o que disse o governador acerca do assunto:
Na entrevista Jorginho Mello, lembra que o adjunto, Admir Edi Dalla Cort , é do PL mas foi indicado por Chiodini. Admir foi prefeito de Galvão por quatro vezes sendo duas pelo MDB, uma pelo PR e outra pelo PL. O fato indica que a relação com o MDB não foi drasticamente cortada.
A fala de Jorginho Mello no Sul, pela primeira vez foi aberta, com detalhes de como aconteceu a escolha de Adriano Silva como vice, da conversa que mantinha com o PSD e de como foi a conversa com o MDB.
Jorginho chegou a citar nomes do PSD que poderiam ser seus vices, como o do deputado Júlio Garcia e do prefeito de Florianópolis, Topázio Neto.
Veja o que disse o governador sobre O MDB e as vagas para o senado:

