Em nota oficial emitida há pouco, a CDL de Criciúma manifesta perplexidade com o novo decreto do Governador Carlos Moisés, prorrogando por mais cinco dias a quarentena. No texto, lembra que um dos maiores setores da economia está sendo submetido a “discriminação”.
” Inúmeras atividades autorizadas a funcionar, inclusive alguns ramos do comércio, e outros simplesmente impedidos de executar o seu trabalho, mesmo com restrições e atenção às normas do Ministério da Saúde. Entendemos que a situação econômica está cada vez mais grave, chegando a perdas irreversíveis ao comércio (comerciantes e comerciários)”, diz um trecho da nota.
CONFIRA NA INTEGRA:
Comunicado
Considerando a publicação do decreto 550/2020 prorrogando por mais cinco dias o isolamento social no Estado de Santa Catarina e o consequente fechamento do comércio, a CDL de Criciúma vem manifestar sua perplexidade com a discriminação a que está sendo submetido um dos maiores setores da economia estadual pelo governo do Estado. Inúmeras atividades autorizadas a funcionar, inclusive alguns ramos do comércio, e outros simplesmente impedidos de executar o seu trabalho, mesmo com restrições e atenção às normas do Ministério da Saúde. Entendemos que a situação econômica está cada vez mais grave, chegando a perdas irreversíveis ao comércio (comerciantes e comerciários).
Entendemos que, além das questões relacionadas à saúde dos Catarinenses, o Governo do Estado precisa dar atenção à saúde econômica, em especial ao comércio varejista, que continua impedido de funcionar e será o segmento mais penalizado. A CDL reitera seu apoio e faz coro às entidades empresariais de nosso estado, como FCDL/SC e Fecomércio, que vêm empreendendo todos os esforços para que o comércio volte a funcionar o mais breve possível.
Esclarece, ainda, que a Entidade age cumprindo a lei e submetendo-se ao que é definido pelo governo, ao mesmo tempo em que está vigilante e atuando na defesa dos interesses de seus associados.
Somos a favor da abertura do comércio, com os cuidados que o momento exige. Mais uma vez visando o bem do comerciante e comerciario, alertamos que o descumprimento das regras vigentes poderá levá-los a pagar multa, detenção e responder por processos pela abertura precoce de seu comércio, aumentando ainda mais os prejuízos. O momento exige a União de todos.
Diretoria CDL de Criciúma

