Estado calcula pico do covid-19 em junho e julho e informa que não há leitos de UTI para enfrentamento - Karina Manarin

Estado calcula pico do covid-19 em junho e julho e informa que não há leitos de UTI para enfrentamento

 

Na reunião conjunta da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa com a Comissão de Combate ao Covid-19 da Câmara dos Deputados e a Frente Parlamentar em Defesa da Saúde Catarinense que aconteceu nesta tarde na Assembleia Legislativa, o Secretário Estadual de Saúde André Mota Ribeiro calculou a necessidade de 713 leitos de UTI para o combate à covid-19 em seu ponto mais crítico e apenas 372  à disposição no momento. Também informou que o pico da doença deve acontecer entre os meses de junho e julho. 

Na ocasião, a deputada Ada de Luca, do MDB voltou a cobrar voltou a cobrar o repasse das emendas parlamentares aos hospitais filantrópicos e questionou, novamente, detalhes sobre o destino dos R$ 300 milhões que Santa Catarina deixará de pagar em relação à dívida com a União.

Em resposta ao questionamento da deputada Ada sobre o pagamento das emendas parlamentares para a Saúde, o secretário afirmou que aguarda que os hospitais respondam a questionários sobre a aplicação dos recursos. “O secretário falou que os hospitais precisam ‘detalhar minimamente’, o destino do dinheiro.

Parece que esse não é o procedimento quando se trata do Governo. Há alguns dias, representantes da própria secretaria de saúde não souberam explicar o destino dos R$ 300 milhões que o estado deixa de pagar para a União e que deveriam ser aplicados no combate ao coronavírus. Na reunião de ontem, “O secretário disse que ‘não há dinheiro novo’ e que ‘não existe esse dinheiro em caixa’.

A questão é que o STF autorizou o não pagamento da dívida para que os recursos fossem aplicados no combate ao Covid-19.

(Com foto de Fabrício Escandiuzzi/Arquivo)

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